- Agent: E se o agente DevOps estiver “consertando” com blast radius?
- Agent: Credenciais de agente viram superusuário distribuído
- Agent: Separe assistência de autoridade no desenho do produto
- Agent: Retries são risco quando existe efeito colateral
- Agent: Autoridade implícita nasce de credenciais amplas
- Agent: Pausa é saída legítima quando falta Evidência suficiente
- Agent: Quem dá o “Sim” quando o agente executa em nome do time
- Agent: Quando o atalho vira política na automação
- Agent: Agente que “resolve tudo” mas gera reembolsos indevidos
- Agent: Agente que “corrige incidentes” mas aplica mudanças em produção
O Trajecta Agent Map é o nosso diagnóstico de arquitetura para desenhar sistemas de IA como sistemas governáveis de decisão, e não apenas como geradores de respostas. Ele organiza a autonomia em corredores de permissão (o que o modelo pode recomendar vs. o que o sistema pode executar), exige evidência replayável (rastreio suficiente para auditoria e correção), explicita limites e invariantes no runtime (o que “não pode acontecer” mesmo sob pressão) e trata holdback/rollback e escalonamento como requisitos de produto (saber conter, escalar e desfazer).
Nos exemplos públicos, isso aparece na prática ao separar o modelo da ação irreversível, obrigar a busca de fatos via ferramentas antes de decidir, forçar saída estruturada para reduzir decisão retórica, aplicar política no aplicativo antes de executar e registrar tudo com idempotência — transformando “funciona” em “controlável quando falha”.